19 de jun de 2009

Quando o preconceito vai acabar?


Aqui um pequeno protesto contra a violência.
Enquanto houver preconceito a minoria sempre será agredida.
Quantos mais morrerão lutando pela liberdade?!
Quem será o próximo? Seu amigo, seu irmão?



O último final de semana ficou marcado pelo movimento de pessoas que acreditam num mundo melhor. Pessoas iguais a tantas outras que dormem e sonham, que trabalham e se divertem, que estudam e descansam, que lutam e compreendem. Sim, pessoas que podem ser seus vizinhos, amigos, e ou, parentes. Pessoas que na sua maioria ainda são marginalizadas.

Mas a festa que estava linda perdeu seu brilho...

Diante um mundo tão moderno e cheio de recursos tecnológicos fica incocebível aceitar que o preconceito ainda prevaleça em qualquer situação.

Por isso o que sinto no peito é tão triste que não quero me estender.

Mais uma notícia demonstra um fato real. Leia:


Marcelo Campos Barros, de 35 anos, que sofreu traumatismo craniano, ao ser espancado, em uma briga, durante a Parada Gay de São Paulo, no último domingo, faleceu dia 17/06/09. O rapaz estava internado na Santa Casa, desde o dia da agressão.
Ele chegou a passar por uma cirurgia, na segunda-feira, e estava na UTI. A agressão a Barros foi registrada na polícia e está sendo investigada.
Os médicos haviam confirmado a morte encefálica, mas o rapaz foi declarado morto no início da noite. Segundo a assessoria do hospital, os órgãos de Marcelo não poderão ser doados.
Campos era cozinheiro. Ele teria sido espancado por um grupo perto da Praça da República. Segundo amigos, ele não estava na festa da Avenida Paulista. Ele desfilava pela escola de samba Pérola Negra e era reconhecido pelos amigos pela solidariedade.
Segundo a secretaria Municipal de Saúde e a Santa Casa de São Paulo, pelo menos 54 pessoas ficaram feridas, durante a parada. Além de feridos por agressões físicas, os órgãos contabilizaram as pessoas que ficaram machucadas com a explosão de uma bomba caseira lançada no centro da cidade.


Preciso escrever mais alguma coisa?! Simplesmente um silêncio se faz na minha mente e um vazio no meu coração. Mas a chama do ideal nunca se apaga.

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